Ha amores que nao se esquecem, simplesmente aceitas a sua impocibilidade...Amar simplesmente cada corpo com a intensidade, a feracidade mas sobretudo a plenitude da efimeridade... Deixar-te levar, em noites de luxuria, de loucura, de prazer sem forma...Morrer em cada orgasmo sentido, em cada gota de suor, em cada respiraçao acelerada, em cada abraço apertado, doloroso mas impossivel de soltar...Deixar-te levar pelas taticardias, que se fundem num so compasso, mum ritmo so, intenso, descontrolado, animal, mas lento...Lento como esse beijo que adormece as palavras escondidas por baixo da pele.
Ha amores que nao se esquecem, simplesmente aceitas a sua impocibilidade...Amar simplesmente cada corpo com a intensidade, a feracidade mas sobretudo a plenitude da efimeridade... Deixar-te levar, em noites de luxuria, de loucura, de prazer sem forma...Morrer em cada orgasmo sentido, em cada gota de suor, em cada respiraçao acelerada, em cada abraço apertado, doloroso mas impossivel de soltar...Deixar-te levar pelas taticardias, que se fundem num so compasso, mum ritmo so, intenso, descontrolado, animal, mas lento...Lento como esse beijo que adormece as palavras escondidas por baixo da pele.
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