O vermelho
Estou mais cansada que antes destas duas semanas de ferias, o meu ser afoga-se em emoçoes demasiado complexas, sobrevivo a una rotina que me supera, sou feliz, mas eu quero outra coisa para mim neste momento, algo que me volte a descolocar, algo que me arranque da minha inercia para me deixar voar outra vez, quero outra adrenalina a correr o meu ser disfuncional...
Hoje apetece-me recordar este meu sofa vermelho, o primeiro sofa que paguei...Este que me serve de cama em noites de borracheira. Este, onde o meu mundo da voltas sem parar, porque sonho acordada o que quero para o meu caminho. Todas as madrugadas quando me sento aqui, para me perder em delirios de uma mente adita a superaçoes pessoais constantes, perco a nossaçao da realidade, desde este sofa vermelho perco o contacto com esta realidade, deixo que o meu plano infinito de afectos se materialize, que por momentos deixe de ser mais um delirio...Sou adita as noites que se pertectuam nas muitas madrugada, que na minha mente doente, duram ate as 2 da tarde...Este sofa, que me aconpanha nesta etapa tao dificil de definir... Sinto o frio que ainda revive tudo o que se mistura no meu ser... Sempre procuro viver lo outro lado da realidade, por isso aprendi a desligar tao facilmente da realidade, que muitas vezes esqueço-me que o meu presente nao é tao caotico como poderia ser...Sou estranha, mas sei que depois de tudo aprendi a aceitar que sou tao efemera, com todas as minhas tentativas literarias... sou tao volatil, como o muito alcool bebido esta noite. 

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